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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

2015 UM NOVO TEMPO

UM NOVO TEMPO está saindo à luz

                                                                                                                   Pr Eliel Amaral Soares
“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo” (Isaías 43:18, 19).
Esta profecia foi dada ao povo de Israel quando estava para ser liberto do jugo de setenta anos de escravidão babilônica. Era uma palavra de ânimo que transmitia grande esperança e perspectiva ao povo. Foram anos de muito sofrimento e tristeza, mas agora um tempo novo se descortinava diante deles!
As lembranças ruins nos atormentam. Elas permanecem em nosso consciente durante anos! Alguns acontecimentos são tão traumáticos que criamos bloqueios mentais para não lembrarmos, porém eles continuam em nosso subconsciente. Muitos traumas do passado, que hoje são feridas emocionais, se alojaram em nossa alma. O inimigo nos escravizou e prendeu a traumas causados por rejeição, palavras depreciativas, ofensas, traições, críticas, agressões tanto verbais quanto físicas, etc. São marcas que teimam em permanecer durante a vida e nos travam no processo da conquista e do êxito.
A palavra de comando é: “Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas…”. As lembranças constantes nos fazem considerar o passado e nos escravizam. Não basta ser livre das situações, é preciso ser liberto das lembranças! Pessoas vivem deprimidas por causa dessas lembranças dolorosas e atraem doenças. Elas dizem: “Passado é passado!”, mas ainda sentem profunda dor quando se lembram de certos acontecimentos e de pessoas que lhes magoaram – é a esposa traída, o filho rejeitado, o funcionário demitido, o aluno injustiçado… Saíram do passado, mas o passado não saiu de dentro delas. Elas têm complexo de escravatura! Escravo não se vê como um guerreiro, por isso é tímido e não avança em suas conquistas.
O único remédio para a cura das lembranças negativas é o perdão. Quando perdoamos podemos até lembrar, mas sem dor e sofrimento Pessoas que guardam ressentimentos vivem no deserto. Deserto é um lugar intermediário, entre a escravidão e a promessa que Deus tem para nós! Mas Deus não quer nos ver no “intermediário”, no “mais ou menos”, ou no “quase lá”; Ele quer fazer em nós uma obra completa de restauração. É preciso, portanto, uma total renúncia do passado!
A palavra continua: “Eis que faço coisa nova…”. Quem faz coisa nova é Deus. Ele é o Autor da vida, o Criador, especialista em novidade! Em Cristo recebemos uma nova vida e, pelo poder do Espírito Santo, andamos em novidade de vida (Romanos 6:4). As novidades de Deus só se manifestam quando concordamos em renunciar as coisas passadas e antigas. O passado já não mais existe!
Esta coisa nova “… Está saindo à luz…”. E a pergunta de Deus é: “… Porventura não o percebeis?”. Às vezes o que Deus está fazendo é tão óbvio e não percebemos! Estamos tão intoxicados com as coisas da vida que perdemos a sensibilidade espiritual. Você faz parte do projeto de Deus, por isso chegou até aqui. A coisa nova está saindo à luz, é um processo gradativo – “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4:18). Tudo o que está acontecendo em sua vida nestes dias faz parte de um plano de Deus para que você entre na dimensão das Suas promessas.
A palavra profética é: “Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo”. O deserto é aquela zona intermediária, labirinto de seca, cansaço e pobreza, onde as pessoas teimam em permanecer, pois estão presas às lembranças do passado, com mente de escravo. O Senhor, porém, coloca um caminho que mostra o fim do deserto e nos leva à fronteira. Jesus disse: “… Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;…” (João 14:6). Só Ele pode nos tirar do deserto! Mas Ele também porá rios no ermo. Rios são mensageiros de vida. Às margens dos rios crescem as árvores frutíferas. Jesus disse: “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre” (João 7:38). Ele falava do Espírito Santo. Um rio flui água constante e sempre nova. Não é possível vivermos uma vida monótona sendo cheios do Espírito Santo.
Deus vai mudar a sua sorte! Terminou a escravidão, e o deserto será transformado num lindo jardim; mas é preciso perceber a oportunidade. UM NOVO TEMPO está surgindo em sua vida!!!

*Extraído do site: http://www.pibblumenau.com.br

domingo, 4 de janeiro de 2015

2015 Um Novo Tempo


Por que às vezes o tempo voa e outras vezes se arrasta?

12 de agosto de 2011

Você está assistindo à final do campeaonato num estádio de futebol e seu time está ganhando. Falta pouco para o jogo acabar, mas um gol do adversário pode estragar tudo. Você está à beira de um ataque de nervos porque aqueles minutos finais não terminam nunca. Enquanto isso, a torcida do outro time alimenta a esperança de um empate, mas o tempo está passando depressa demais e nada desse gol acontecer.
O lugar e a quantidade de minutos decorridos são os mesmos, mas os sentimentos das torcidas são bem diferentes e a forma como elas sentem o tempo passar também. Segundo o professor William Gomes, do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), esta situação ilustra bem como a percepção do tempo pode variar de pessoa para pessoa e de acordo com a situação.
Ele explica que, para a psicologia, o tempo “é a medida dos nossos julgamentos. O seu tempo psicológico não corresponde ao cronológico. Ele corresponde ao estado momentâneo de sua consciência”, completa. Então sim, é totalmente possível que o tempo voe ou se arraste em alguns momentos. Mas por que isso acontece?
Quando o tempo voa

Segundo o professor William, nosso tempo vai depender de como estamos nos sentindo, bem como da nossa atitude em relação ao passado e ao futuro. Por exemplo: quando está em jogo alguma coisa que te desafie e direciona sua atenção para o futuro, as horas podem passar voando. Tipo uma entrevista de emprego ou uma prova importante como o vestibular. Tudo por causa da ansiedade.
O professor José Lino Oliveira Bueno, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP em Ribeirão Preto, é referência nos estudos sobre o tempo, tanto no Brasil quanto lá fora. Ele descobriu que estímulos vindos da arte – principalmente música e artes plásticas – podem influenciar nossa percepção temporal e revelar outros motivos para essas distorções.
Um estudo orientado por ele expôs voluntários a trechos musicais curtos e pediu que informassem qual havia sido a sua duração. O resultado revelou que, quando a música terminava em uma tônica (como a dos Pôneis Malditos), a estimativa era próxima do real. Mas eles tinham a impressão de que o tempo havia passado mais depressa quando a música terminava distante da tônica. “O participante tem uma experiência de algo inacabado e subestima a duração do tempo do estímulo apresentado”, explicou José Lino.
Quando o tempo se arrasta
Quanto mais uma coisa te incomoda, mais o tempo tende a se arrastar. O professor William explica que um momento em que a pessoa precise lidar com algo que a tenha perturbado gravemente no passado provavelmente será mais longo, porque fará com que ela fique remoendo lembranças dolorosas e reavaliando suas atitudes.
Pesquisas têm relacionado a duração de um evento com a quantidade de energia gasta pelo cérebro naquele momento.  Em outras palavras, o seu cérebro está trabalhando mais nessas horas, o que dá a impressão de que o tempo está passando mais devagar. Para ilustrar: quando você olha uma foto da casa em que passou sua infância, há muito mais coisa acontecendo em sua mente do que quando você vê uma foto que não lhe diz nada, mesmo que seja exposto a elas pelo mesmo período de tempo. A mesma coisa quando você está assistindo a um filme ruim que não acaba nunca – sua mente começa a trabalhar mais para encontrar meios de se distrair.
Excitação e perigo também podem fazer com que o tempo pareça passar mais devagar. Em um experimento conduzido no ano passado, pesquisadores da Universidade da Califórnia pediram a voluntários que estimassem por quanto tempo um ponto aparecia numa tela, ao mesmo tempo em que analisavam sua atividade cerebral por meio de ressonância magnética. Algumas vezes, o ponto aumentava de tamanho, dando a impressão de que estava se aproximando, e outras vezes diminuía, parecendo se afastar. No primeiro caso aconteceu algo curioso: os participantes superestimavam o tempo em que o ponto aparecia, o que não acontecia quando o ponto dava a impressão de estar se afastando. Nesse momento em que o tempo parecia passar mais devagar, estavam mais ativas as áreas cerebrais relacionadas a autojulgamentos e reflexões – o cérebro estava ocupado pensando sobre si mesmo, seus planos e atividades. Mas ativaram-se também áreas relacionadas à excitação, perigo e sentimentos negativos. Faz sentido: algo se aproximando de você pode ser ameaçador; assim, seu cérebro precisará se preparar de alguma forma e buscar recursos para reagir, o que o fará com que trabalhe mais – e, assim, o tempo parece passar mais devagar. Nada aconteceu quando o ponto se afastava, pois nesse caso foi ativada no cérebro a região associada à sensação de segurança – um objeto se afastando não é ameaçador, o que dá a permissão para que você relaxe.
Os fatores emocionais na percepção do tempo
Tempo também tem a ver com emoção. Em um estudo do professor José Lino, voluntários ouviram trechos da obra musical “Quadros de uma Exposição”, de Modest Mussorgsky, mas apenas metades deles receberam informações de alto teor emocional sobre a composição dessa obra (ela foi feita homenagem a um grande amigo de Mussorgsky que havia falecido). Quem sabia sobre o drama sentiu o tempo passar mais devagar.
Segundo outro estudo, o andamento das músicas também influencia a percepção temporal. Foram compostas músicas nos sete modos eclesiásticos musicais (escalas com diferente distribuição de intervalo de notas). Trechos com mesma duração, mas diferente modo musical foram percebidos como tendo duração diferente. “Cada modo pode ser associado a estados emocionais diferentes (uma música lenta é associada à tristeza; se aumentamos o andamento, ela passa a ser percebida como alegre), o que indica uma relação possível entre estado emocional e tempo subjetivo”, afirmou José Lino. “Essas alterações de tempo têm sido explicadas em função da complexidade dos estímulos a que a pessoa se expõe, das expectativas geradas por esses estímulos ou do grau de atenção produzido pela experiência da audição musical”, explica.
Dá para controlar a forma como sentimos o tempo passar?
Dá, mas você vai precisar de uma boa dose de concentração. “Controlar o tempo depende da sua capacidade de dirigir a consciência para os objetos e colocar as suas preocupações em suspenso”, disse o professor William. “A filosofia oriental, com a prática da meditação, também ajuda, pois possibilita à pessoa ausentar-se ou afastar-se do tempo”, completa. Mas esses recursos são difíceis e limitados – e a correria do dia a dia não ajuda. Se você tem uma tarefa complexa e pouco tempo para executá-la, por exemplo, não vai encontrar soluções milagrosas. Ainda mais porque o estresse e a ansiedade que essa situação pode causar podem acabar agindo para que você “trave” e fazem o tempo passar ainda mais depressa. A concentração vai ajudar, mas não te dá superpoderes.
Para saber mais


- “Decifrando o tempo presente”, organizado por Luiz Menna-Barreto, José Carlos Bruni e Nelson Marques. Editora UNESP.
O livro reúne artigos de pesquisadores de diferentes áreas que analisam a experiência de tempo subjetivo do presente. O tema é abordado segundo as perspectivas da física, filosofia, psicologia, literatura, biologia e história, entre outros.
- Tempo subjetivo e percepção de movimento em obras de arte, Francisco Carlos Nather e José Lino Oliveira Bueno
- Time flies with music whatever its emotional valence, Sylvie Droit-Volet, Emmanuel Bigand, Danilo Ramos, José Lino Oliveira Bueno

ISSO LEVA TEMPO Filipenses 1.6 Celebration AD Belem Florida 01/04/2015
Pois eu estou certo de que Deus, que começou esse bom trabalho na vida de vocês, vai continuá-lo até que ele esteja completo no Dia de Cristo Jesus.
1 - Aprendemos lentamente
2 - Desprendendemos
3 - Temos medo de encarae a verdade
4 - Caráter (A Soma de todos os Hábitos)
5 - Sejamos Pacientes e Persistentes
6 - Não Desanimes

RELACIONAMENTO COM DEUS COMO AMIGO
CRESCER GRADATIVAMENTE ESPEIRITUAL NA ESTATURA DE CRISTO
LIÇÕES QUE APRENDEMOS COM O TEMPO

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Deus Controla o Clima? Calor, Chuvas e Calamidade

SINAIS DOS TEMPOS - SECA, CALAMIDADE, OS RESERVATÓRIOS DE AGUAS ESTÃO SECOS E O AUMENTO DO CLIMA.


Deus controla o clima?

Apesar de o universo funcionar como um relógio ao qual já foi dada corda para que suas engrenagens se movam, o Criador continua no controle de tudo, "sustentando todas as coisas com a Palavra do seu poder" e intervindo sempre que acha necessário. Isto ele faz por meio de diferentes eventos, inclusive eventos climáticos. Mas nem sempre podemos "culpar" a Deus pelas instabilidades, pois vivemos em um mundo cujas características iniciais foram "detonadas" pelo pecado, e isto inclui as instabilidades climáticas. Além disso, quem ousaria culpar a Deus que enviou o seu Filho ao mundo, considerando o tratamento que demos a ele quando esteve aqui? Deus hoje poderia muito bem nos dizer: "De quê vocês estão reclamando?! Eu enviei o meu Filho e vocês preferiram Barrabás, um ladrão e homicida!".

As instabilidades climáticas destrutivas nem sempre existiram, mas são consequência do pecado, primeiro dos anjos, que transformou o universo e a terra em uma coisa "sem forma e vazia" e com "trevas sobre a face do abismo". Porém Deus restaurou este planeta para torná-lo habitável para o homem que iria criar (é dessa restauração de que fala Gênesis 1 a partir do versículo 3), mas uma nova degradação seria causada pela queda do homem.

Não só a morte espiritual (e física) resultaram da entrada do pecado no mundo através do homem, como também doenças e dores, como as de parto que não faziam parte do plano original de Deus. Toda a instabilidade na agricultura, com suas pragas e ervas daninhas descontroladas, saiu daí.

(Rm 5:12) "Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram".

(Gn 3:16-19) "E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará. E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás."

É curioso observar que a chuva não existia antes do dilúvio, mas a terra era regada por neblina, o que obviamente não causa enxurradas, erosão, enchentes etc.

(Gn 2:5-6) "E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o SENHOR Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra."

Alguém poderá alegar que os registros geológicos de erosão e sedimentos mostram o contrário, mas a Bíblia não revela como era o mundo antes dos versículos 1 e 2 de Gênesis e quais os cataclismos causados pela rebelião angélica no universo. Porém a Bíblia diz sim que não chovia entre a restauração da terra feita nos seis dias e o dilúvio. Este também foi responsável por grandes cataclismos e mudanças geológicas, considerando que a crosta terrestre se rompeu para dar vazão aos gigantescos reservatórios de água presa em seu interior.

(Gn 7:11-12) "No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram, E houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites."

O mais interessante da atual onda de calor (e da onda de frio no hemisfério norte) de 2013-2014 é que os seres humanos nada podem fazer para mudar isso. Podem remediar aqui e ali, mas se essas coisas passarem dos limites a humanidade sofrerá grandes danos, como já sofreu no passado quando secas, enchentes, frios intensos e outros fenômenos climáticos dizimaram populações inteiras. Hoje a tecnologia permite ver ao vivo e em cores estragos causados por enchentes e tsunamis destruindo cidades inteiras e matando centenas de milhares de pessoas em poucas horas, mas os registros históricos mostram estragos ainda maiores causados pela seca, pois seu impacto não é imediato, mas estende-se ao longo de meses e anos.

Na Bíblia há várias passagens que mostram como Deus intervém no clima para cumprir Seus desígnios. Esta é apenas uma das muitas maneiras (a mais extrema é a morte) de Deus revelar a fragilidade e incapacidade humana de sobreviver por seus próprios meios, considerando que é ele quem "faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos" (Mt 5:45). Veja a seguir algumas intervenções drásticas de Deus no clima, às vezes para punir os seres humanos, às vezes para recompensá-los ou simplesmente revelar o quanto dependem dele.

Dilúvio - Gênesis 6:5-9:19 - "E houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites... E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu."

Saraiva de fogo - Êxodo 9:23-29 - "E Moisés estendeu a sua vara para o céu, e o SENHOR deu trovões e saraiva, e fogo corria pela terra; e o SENHOR fez chover saraiva sobre a terra do Egito."

Chuva de pedras - Josué 10:11 - "E sucedeu que fugindo eles de diante de Israel, à descida de Bete-Horom, o SENHOR lançou sobre eles, do céu, grandes pedras, até Azeca, e morreram; e foram muitos mais os que morreram das pedras da saraiva do que os que os filhos de Israel mataram à espada."

Tempestade elétrica - 1 Samuel 7:10 - "E sucedeu que, estando Samuel sacrificando o holocausto, os filisteus chegaram à peleja contra Israel; e trovejou o SENHOR aquele dia com grande estrondo sobre os filisteus, e os confundiu de tal modo que foram derrotados diante dos filhos de Israel."

Tempestades e secas - Naum 1:30 - "O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em poder, e ao culpado não tem por inocente; o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés."

Seca extrema - Levítico 26:19-20 - "Porque quebrarei a soberba da vossa força; e farei que os vossos céus sejam como ferro e a vossa terra como cobre. E em vão se gastará a vossa força; a vossa terra não dará a sua colheita, e as árvores da terra não darão o seu fruto."

Chuva revigorante - Deuteronômio 11:13-15 - "Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a seródia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite."

Seca como castigo - Deuteronômio 28:24 - "O SENHOR dará por chuva sobre a tua terra, pó e poeira; dos céus descerá sobre ti, até que pereças."

Chuvas e trovoadas - 1 Samuel 12:18 - "Então invocou Samuel ao SENHOR, e o SENHOR deu trovões e chuva naquele dia".

Seca e carestia - 2 Samuel 21:1 - "E houve nos dias de Davi uma fome de três anos consecutivos; e Davi consultou ao SENHOR, e o SENHOR lhe disse: É por causa de Saul e da sua casa sanguinária, porque matou os gibeonitas."

Tempo bom como recompensa - 1 Reis 8:35-36 - "Quando os céus se fechar, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido, ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança."

Controle das chuvas - Tg 5:17-18 - "Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto." (A história toda está em 1 Reis 16:30-18:45).

Chuva seletiva - Amós 4:7 - "Além disso, retive de vós a chuva quando ainda faltava três meses para a ceifa; e fiz que chovesse sobre uma cidade, e não chovesse sobre a outra cidade; sobre um campo choveu, mas o outro, sobre o qual não choveu, secou-se."

Tempestade no mar - Jonas 1:4, 10-15 - "Mas o SENHOR mandou ao mar um grande vento, e fez-se no mar uma forte tempestade, e o navio estava a ponto de quebrar-se."

Saraiva - Apocalipse 16:21 - "E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande."

Não podemos nos esquecer de outro evento bem radical, que foi o sol ter parado na abóbada celeste. Não me pergunte como Deus fez, mas se ele fez não há razão para duvidarmos. Afinal, é o próprio Senhor quem sustenta todas as coisas criadas pela Palavra do Seu poder.

(Js 10:12-14) "Então Josué falou ao SENHOR, no dia em que o SENHOR deu os amorreus nas mãos dos filhos de Israel, e disse na presença dos israelitas: Sol, detém-te em Gibeom, e tu, lua, no vale de Ajalom. E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Isto não está escrito no livro de Jasher? O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro. E não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, ouvindo o SENHOR assim a voz de um homem; porque o SENHOR pelejava por Israel."

(Hb 1:1-3) "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder...".

Quando Cristo voltar para reinar sobre a terra por mil anos o clima será perfeito para o homem, porém ainda haverá distúrbios climáticos por causa da desobediência. Nesse tempo os salvos por Cristo nos últimos dois mil anos, que compõem a Igreja que é o seu corpo, estarão já ressuscitados e reinando com Cristo a partir do céu, enquanto a terra será habitada por seres humanos judeus e gentios ainda em seus corpos naturais, porém imunes aos ataques de Satanás e beneficiados pela cura garantida de suas enfermidades, como eram beneficiados aqueles que ha dois mil anos encontravam-se com Jesus. Este versículo nos fala desse tempo e da consequência de alguns povos faltarem à adoração que será centralizada em Jerusalém:

Falta de chuva - Zacarias 14:17 - "E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva."

Mas nenhum evento atmosférico, geológico ou sideral se compara ao que aconteceu há dois mil anos quando Jesus esteve pregado na cruz e por três horas aquele que é a Luz do mundo experimentou a trevas absolutas da ausência de Deus, numa antevisão do que será o juízo eterno para os incrédulos.

(Lc 23:44) "E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol".

De nada adiantará conhecer todas estas passagens e até acreditar que Deus controla os elementos sem se preparar para a eternidade. Portanto, se quiser um dia estar acima de todos os inconvenientes que o pecado trouxe ao mundo, como clima caótico, doenças e morte, é necessário crer no Filho de Deus, Jesus, e reconhecer que na cruz ele sofreu e morreu pelos pecados daqueles que nele creem. Só para estes é que Deus promete clima bom na eternidade. Para os demais, a previsão não é das melhores, mas...

(Hb 20:27-31) "... uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo."

(Luc 21:25-27) "E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória."

Você não acreditou em nada do que leu até aqui e está lendo com um sorriso de incredulidade e escárnio em seus lábios? Tudo bem, a Palavra de Deus já previa isso e ela diz que...

(1 Pe 3:3-14) "...nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste. Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios. Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão. Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade, Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça. Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz."

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
Situação dos reservatórios.
Em tudo dai graças! Oremos!
Senhor Deus por bondade e compaixão manda chuva abundante!