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sábado, 22 de fevereiro de 2014

OBREIRO DE CURTA DURAÇÃO



 – II Cr 21.20

Introdução Os  tratadistas tem a maior dificuldade  para traçar um perfil, uma Biografia da vida do rei Jeorão.
·   Complexa a sua genealogia.
·   Jeorão (Filho de Josafá, de Judá)
·   Um Rei sem História
·   Um Homem mau perante o Senhor. Perverso
·   Incapaz de representar a linhagem de Davi
·   Devido a aliança, Deus manteve a fidelidade a Davi. . (2Cro 21:7).
·   Curta Duração. Reinou 8 Anos sobre Judá.
·   Serie de Desastres.
·   Perverso.  Após  ter assumido o reino e se fortalecido, matou a seus 6 irmãos, como também alguns príncipes de Israel (2Cro 21:4).
·    No reinado de Jeorão se revoltaram os edomitas e os moradores de Libna contra Jeorão, "porque este deixara ao SENHOR, DEUS de seus pais" (2Cro 21:8-10).
·   Teve um casamento desastroso com Atalia, filha do perverso rei Acabe e Jezabel.
·   Entra em cena o profeta  Elias (2Rs 1:17 / 2Cro 21:12. 18-20).
·   Por meio da carta, Elias repreendeu Jeorão e o sentenciou ao castigo de  perder seus bens e familiares, como também sua saúde (2Cro 21:12-15).
·   Isso se cumpriu com o ataque dos filisteus e dos arábios que subiram contra Judá e levou as mulheres e os filhos que se achavam na casa do rei; exceto Jeoacaz, o mais moço.
·   Além disso, o SENHOR o feriu com uma enfermidade incurável nas entranhas; e
·   Jeorão morreu em terríveis agonias (2Cro 21:16-20).
·   Sem honras e se foi sem deixar saudade.

Uma reflexão do Obreiro, sua duração, mensagem, qualidade, legitimidade, autenticidade, chamada, vocação, validade, confirmação e ministério.
·   Padrão de identidade e qualidade
·   O autêntico obreiro  não força o caminho.(Há hoje muio disfarce)
1. O autêntico obreiro tem legitimidade ( vocação e chamada).
2. O autêntico pastor tem autoridade.
1)  Autoridade que se fundamenta no seu exemplo de vida.
2)  Autoridade para ensinar e apontar o caminho.
3)  Autoridade para ser o protetor das ovelhas.

       I.  O Obreiro precisa esta preparado – etapas no seu ministério.
1.   Moises – Os 3 Quarenta (Era...Não era.....Tudo é Deus, dependo Dele.)
2.   Davi – passou por 3 etapas escolhido, ungido e confirmado
     1ª unção: I Samuel 16.13, unção profética (escolhido)
     2ª unção: II Samuel 2.4, unção de autoridade real - Treze anos depois Davi foi ungido pela segunda vez. A segunda unção de Davi foi uma confirmação de que era o escolhido de Deus.Após a segunda unção, Davi assume o reinado apenas sobre Judá e enfrenta muitas adversidades dos inimigos externos, do próprio povo de Israel e em sua própria família quando seu filho Absalão se levantou para derrubar Davi do trono (II Samuel 15.10-14).
               3ª unção: II Samuel 5.3, unção sacerdotal
Depois da segunda unção se passaram sete anos e meio (II Samuel 2.11) e Davi foi ungido pela terceira vez. Desta vez ele estava assumindo o trono de todo o Israel e definitivamente seria rei de seu povo.
A terceira unção de Davi é uma prova da sua fidelidade para com Deus e o Senhor o honrou. Após esta unção ele conseguiu trazer a Arca da Aliança ao monte Sião e restabelecer o culto ao Senhor (II Samuel 6.15). Com este ato, Davi alcança mais que autoridade política, consegue ter influência espiritual sobre seu povo.

3 - Paulo – escolhido. Foi para deserto da Arabia 3 anos. Apostolado

O Tempo a melhor lição... ele se encarregará por seu ministério.
Dê tempo ao tempo. Etapas, nada melhor do o amanhã, o melhor esta porvir.

     II.  Como está a duração e validade do seu ministério
O cenário mundial traz padrões de duração e qualidade técnica, profissional, excelência,eficiência, confiabilidade. (Aperfeiçoamento e Atualização)
1.     Pode mensurar a sua Qualidade?
2.     Como estou, auto-avaliação, como estou me conduzindo?
3.     Quais os Indicadores – Planejamento Estratégico
4.     Será que não precisamos rever (revisionar) os nossos conceitos.
5.     Passaremos pelo teste,controle e inspeção de qualidade (autenticado selo)

O cenário evangélico ao redor da Terra está vivenciando tipos de crises:
1. Crise de Identidade do obreiro – quando perde a visão de quem o chamou.
2. Crise de Prioridades – quando Jesús perde o 1º Lugar, cede a vaidade, orgulho, fama, celebridade. (A Graça, Bondade e Misericórdia)
3. Crise de Integridade – quando o caráter do obreiro corrompe.
4. Crise de Autoridade – perde santidade, unção por causa do pecado.
5. Crise de Fraternidade – qdo se perde o amor (esfriou)
6. Crise de Credibilidade
7.Crise de Oração
8. Crise Existencial – Traumas, passado triste, amargo.
Obreios amargos, azedos, sem coração, sem misericórdia,brabo,sem humor, docilidade, difícil vê-lo sorrir.(problemas de origem, formação,defeitos de fabrica, precisam de recall.
·         Cuidado Fragil (Obreiro que se melindra fácil)
·         Só para Cima – Teimoso, indisciplinado, desobediente
·         Agite antes de Usar – precisa sempre de motivação, ânimo.
·         Só vai pra frente empurrado.
9.Crise de Vocação - Entramos no ministério cheio de ideais, mas as coisas começam a dar errado. Os desacertos são maiores do que os acertos e se a pessoa é reflexiva, logo lhe vem uma dúvida, se q foi vocacionado, isto nçao é para mim.
10.  Crise de Espiritualidade  -As frustrações e as derrotas nos derrubam espiritualmente.
11.  Crise de Eclesiástica - É no âmbito da igreja que pastoreamos ou do trabalho que fazemos. Que queremos, como pessoas normais, reconhecimento pelo nosso trabalho.
12.  Crise Familiar - Somos humanos. Somos gente como qualquer um. Queremos amor, queremos respeito, ansiamos por um lar em que nos sintamos bem. Ouvimos queixas da igreja e aí vamos para casa de cabeça cheia, querendo um buraco para nos escondermos do mundo. Então, lá chegando, ouvimos queixas dos filhos e da esposa.
13.  Crise da Secularização
14.  Crise de Status – cargo, poder, sucesso.Patriarca,Apostolo,Bispo,etc.
15.  Crise Doutrinária – neo-pentecostalismo, modismos, etc.Invenções
16.  Crise Emocional

    IV.  Por que surgem as Crises
 (1) A primeira razão é um elevado conceito de si mesmo. Há pastores que se têm em conta exagerada. Esquecem que são fracos e falíveis, e se julgam superespirituais, acima das questiúnculas humanas.
(2) A segunda razão é um elevado nível de expectativas que o obreiro cria para si e para seu ministério. No início de meu ministério, eu esperava que houvesse decisões e mais decisões, conversões aos montes, e pensava em organizar três ou quatro igrejas em curto espaço de tempo.
         (3) A terceira razão é um elevado nível de cobrança. Eu me cobrava muito. Ficava arrasado quando pregava mal (ainda acontece isto, então vejam que sempre fico arrasado quando prego) e deprimia-me quando alguma coisa  falhava.
         (4) A quarta razão é por nos desligarmos do mundo real. Os obreiros vivem num mundo de conceitos e de sonhos, que não é o mundo real em que as pessoas vivem. Não tomamos ônibus cheio nem almoçamos no refeitório da fábrica. Muitos de nós almoçamos em casa. Não marcamos ponto, nem batemos cartão, mas fazemos nosso próprio horário, sem prestarmos contas a ninguém disto.

      V.  Um Obreiro precisa ser capaz de vencer  as crises, traumas do passado sem azedar o coração.
Exemplo Daniel no exílio Babilônico
1. Foi levado cativo para a Babilônia.
2. Não se entregou a apatia.
3. Perdeu a sua nacionalidade na infância .
4. Perdeu a Liberdade (tornou-se cativo)
5. Perdeu o seu nome de Daniel para Beltessazar Dn 1.7
6. Não se deixou levar pelas circunstancias
7. Administrava as situações e desafios.

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